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Aracaju City, Sergipe - Nordeste - Brasil - Terra
Mundo louco esse nosso! Nunca pensei que existisse alguém que não gostasse de chocolate. Mas acreditem, elas existem e pode estar aí bem perto de você. Como tudo é uma questão de opinião, faço deste espaço somente uma QUESTÃO DE OPINIÃO com muito Xocol@te Quente. Pois como a maioria, eu adoro Chocolate e Xocol@te. Sirvam-se! ********** Que nuestro mundo de locos! Nunca pensé que había alguien que no le gustaba el chocolate. Pero créeme, que existen y pueden estar allí a tu lado. Como todo es una cuestión de opinión, este espacio sólo una cuestión de opinión con mucho Xocol @ hot. Porque como la mayoría de la gente, me encanta el chocolate y Xocol @ te. Ayudarse a sí mismos!

sábado, 20 de novembro de 2010

Dia da Consciência Negra: equidade para superar desigualdade

Por Gilberto Costa - Repórter da Agência Brasil 

Brasília – A Universidade de Brasília (UnB) foi a primeira universidade federal a estabelecer uma política de cotas raciais para ingresso de novos alunos. Na UnB também funciona o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (Neab), coordenado por Nelson Olokofá Inocêncio, professor do Instituto de Artes (IDA). Inocêncio é autor do livro Consciência Negra em Cartaz e um dos responsáveis pela criação de cursos de história e arte afro-brasileira.
Mestre em Comunicação Social, ele conversou sobre o Dia da Consciência Negra com a Agência Brasil. Ele avalia que o país tem se modificado, assumindo a existência do racismo, mas aponta que a diminuição da igualdade vai exigir políticas públicas que promovam não apenas igualdade, mas equidade. A seguir, os principais trechos da entrevista.


Agência Brasil: Que importância tem o Dia da Consciência Negra?
Nelson Olokofá Inocêncio: Essa data é um marco, foi uma conquista. Quem propôs foi o movimento negro, especificamente o Grupo Palmares, do Rio Grande do Sul, no início dos anos 1970. Esse dia seria, segundo os documentos históricos, o dia que Zumbi dos Palmares foi capturado e morto, quando o Quilombo dos Palmares teria caído nas mãos de Domingos Jorge Velho, bandeirante. Palmares teve uma existência longa e ocupou um pedaço de terra significativo: praticamente todo o estado de Alagoas mais um pedaço de Pernambuco. A data tem um simbolismo enorme, representa a luta da população negra contra o escravismo e a opressão. O Quilombo de Palmares também foi um projeto coletivo. É importante pensar nisso porque a luta contra o racismo também é coletiva e a população negra deve se organizar coletivamente. 



ABr: A situação dos negros melhorou desde quando o movimento passou a reivindicar a comemoração da data?
Inocêncio: Eu não posso dizer que nós estamos em uma condição ideal, mas seria ledo engano afirmar que não houve avanço. Se dissesse que não houve avanço, estaria, inclusive, negando o papel do movimento negro na luta pelas transformações sociais, desconsiderando esse legado, essa contribuição significativa do ativismo negro no Brasil nos últimos 30 ou 40 anos. Houve um avanço significativo. Primeiro, um presidente da República reconhecer publicamente que o Brasil produz racismo, que foi o caso do presidente Fernando Henrique no final da sua segunda gestão. Isso é um marco para a cultura brasileira. Até então, o Estado não tinha sequer admitido a possibilidade de ser responsável pela segregação da população negra. Depois, veio o Luiz Inácio [Lula da Silva] que conseguiu desenvolver algumas políticas importantes, como a criação da Seppir [Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial] e a aprovação da Lei 10.639/2003, que torna obrigatório o ensino da história e cultura negra. E o que é mais importante, conseguiu colocar na agenda oficial o debate sobre relações raciais. Isso é conquista. Quem viveu as décadas anteriores, as últimas décadas do século 20, sabe como foi difícil pautar esse tema, como foi difícil colocar esse tema na agenda. Hoje, inevitavelmente, o debate sobre o racismo está convocado. 



ABr: O senhor não citou o Estatuto da Igualdade Racial como avanço, por quê?
Inocêncio: O Estatuto da Igualdade Racial poderia ter sido um avanço. Como ativista, me sinto frustrado porque acompanhei todo o trabalho do senador Paulo Paim [PT-RS] na elaboração e na defesa do estatuto que era muito mais pleno, muito mais expressivo e, lamentavelmente, em função da retaliação, da oposição e da direita, sobretudo no Congresso, nós tivemos um estatuto tímido, muito modesto e muito aquém do que ele poderia ter sido. Eu conheço tanto o texto do Estatuto como era cogitado anteriormente,  como o que resultou das negociações no Congresso. Na verdade as negociações foram muito além do possível, nós tivemos que abrir mão de muita coisa, e isso significou um prejuízo. Eu não posso negar a existência do estatuto porque ele foi votado e tem uma relevância, porém muita coisa que ficou fora do estatuto significa um problema. 



ABr: Seria estratégico ter segurado a tramitação  do estatuto no Congresso? 
Inocêncio: Obviamente, devido à composição do Congresso hoje [na próxima legislatura], nós teríamos mais chances de êxito, um estatuto votado com mais elementos, com mais conteúdo do que foi votado anteriormente. 



ABr: Em sua avaliação, o estatuto teve um pivô de resistência dentro do partido Democratas?
Inocêncio:  Óbvio. Não sejamos ingênuos de achar que as elites nacionais vão abrir mão de seus privilégios, assim, da forma mais altruísta, isso não existe. As elites vão fazer defesa do que elas acreditam. As elites nacionais não vão ceder facilmente. É um processo de muita luta e nós não podemos achar que as verdadeiras mudanças na sociedade vão se dar sem tensões. Esse país quis seguir um projeto excludente. 



ABr: Há dados estatísticos que revelam melhorias mas também manutenção da desigualdade. Por que esse abismo ainda é tão difícil de ser fechado?
Inocêncio:  Primeiro porque o fosso é muito grande, ele foi construído historicamente ao longo de todos esses anos pós-abolição, ou seja, nós temos mais de um século pós-abolição e agora, no final do século 20, no limiar do século 21 é que a gente tem as primeiras políticas públicas em defesa da população negra, mas é preciso obviamente entender que esse processo será um processo longo, a gente ainda tem que vencer muitas limitações. A gente não pode achar que, com base no princípio da igualdade, a gente vai vencer essas questões. Eu entendo que deve ser levado em consideração nas políticas públicas o princípio da equidade, ou seja, quem tem menos vai ter que ter políticas diferenciadas. Quem foi tratado diferenciadamente ao longo de mais de um século, vai precisar de políticas diferenciadas para chegar próximo dos segmentos que têm vantagens. 



ABr: O senhor tem alguma expectativa de que haja mais negros no governo da presidente eleita, Dilma Rousseff?
Inocêncio: Eu acho que ela vai ter um trabalho também porque o Brasil está se descobrindo racista agora. Nós passamos muito tempo ouvindo que o Brasil não tem racismo, mas agora a gente está falando que o Brasil é um país que produz racismo. Lidamos com tema que é tabu. A minha expectativa é que tenhamos mais ministros negros além de Gilberto Gil [ex-ministro da Cultura], Marina Silva [ex-ministra do Meio Ambiente] e Joaquim Barbosa [Supremo Tribunal Federal]. Só é possível entender que o racismo é algo nefasto quando percebemos que as pessoas negras não conseguem ocupar espaços de prestígio e poder. Um dos aspectos mais terríveis do racismo foi tentar afirmar a inferioridade intelectual dos negros. Esse, pra mim, é um dos campos prioritários, o campo do conhecimento e o campo do poder. É fundamental que os negros estejam aí provando que são gente como quaisquer outras e que precisam ser respeitadas também.



ABr: Durante as campanhas para que o Brasil se tornasse a sede da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, foi dito ao mundo inteiro que este é o país da harmonia. As  teorias sociais que criaram esse conceito prejudicaram a visibilidade do preconceito?
Inocêncio: Inevitavelmente isso [harmonia] não se sustenta. O maior exemplo que a gente tem hoje é essa terrível intolerância religiosa, esses ataques explícitos às religiões de origem africana que nós vemos na mídia todos os dias. Na verdade, a gente tem provas suficientes de que essa cordialidade [conceito do livro Raízes do Brasil, de Sérgio Buarque de Holanda] é muito mais um argumento, é muito mais um discurso que algo vivenciado na prática. Óbvio que existe uma cordialidade sim, mas existe uma contradição. Ao mesmo tempo em que você tem essa cordialidade, existe também uma série de limitações e uma série de preconceitos. Essa visão paradisíaca do Brasil não tem como se sustentar porque, na verdade, está servindo como uma maneira de impedir nossa visão mais ampla em relação às tensões e contradições que a gente tem. Não estamos falando só de racismo, mas tem preconceitos regionais, é um país onde se mata muita mulher, onde a gente está começando a entender a importância de se respeitar as pessoas que estão na terceira idade. Então, essa tese da cordialidade pode ser um ideal, mas ela não se sustenta quando você olha para o dia a dia. 



ABr: Como o senhor viu a polêmica recente em torno do livro Caçadas de Pedrinho, de Monteiro Lobato
Inocêncio:  Eu fico frustrado com nossos governantes  porque, às vezes, eles perdem oportunidades fenomenais de estabelecer um grande debate nacional. Essa situação, não só o Monteiro Lobato, mas o que a cultura brasileira produziu de racista não só literatura, mas cinema brasileiro, teatro brasileiro, música brasileira, as artes plásticas brasileiras deram um respaldo significativo aos estereótipos raciais.  Acho que não podemos ter essa arrogância de achar que nós sabemos de tudo, nós somos seres humanos e como seres humanos nós temos a nossas limitações. Arnaldo Jabor saiu em um comentário de rádio dizendo: o que vai ser do O Teu Cabelo Não NegaNega do Cabelo Duro, Qual é o Pente Que Te Penteia? Isso, para mim, é um deboche, um escárnio. Achar que isso é lindo, que isso é cultura brasileira. Sim, é cultura brasileira, mas também é cultura preconceituosa, que estigmatiza os negros, assim como a imagem da “nega maluca” no carnaval, assim como o Stanislaw Ponte Preta, o Sérgio Porto e o seu Samba do Crioulo Doido, tudo isso é deboche. São maneiras de desqualificar, de desumanizar os negros. Eu não estou colocando em xeque a competência das pessoas, mas eu estou dizendo o que elas pensaram, e o que foi pensado na cultura brasileira a partir do que se chama de clássico. Toda produção artística existe para ser alvo de reflexão, objeto de discussões. Agora, se existe uma opção que por ser histórica, por ser clássica eu não posso discutir, isso pra mim é um convite à mediocridade.



Edição: Lílian Beraldo 



terça-feira, 16 de novembro de 2010

Cabo Zé mandou soltar um boi brabo no show de Luis Caldas. Dizem.


Essa historia mistura axé baiano e os cabruncos Lagartense. Era fim de tarde de um dia qualquer – provavelmente um domingo - da semana que se festeja a da Padroeira NS S da Piedade da minha segunda terra natal Lagarto, cidade metida à besta que fica localizada a uns 100 quilômetros de Aracaju. Chegava eu por estas bandas justamente na época festeira. Setembro em Lagarto é mês de vaquejada, Exposição e Procissão. E é claro ano sim, ano não, eleição que ate o meio dos anos 80 era disputada no sôco, no facão e até na bala protagonizada pelas duas torcidas organizadas denominadas de Saramamdaia e Bole – já na época uma referencia saudosa ao folhetim global que retratava a cidade de Sucupira e a folclórica administração de Odorico Paraguaçu. Eu garoto novo cheio de idéias e axés fui incumbido de organizar as grandes festas da cidade. Festa da Prefeitura. O prefeito Artur Reis era o mandatário da política Lagartense. E aqui termo mandatário deve ser grafado com prego e cravo na sua mais dura execução política aplicada através do coronelismo moderno dos fins dos anos de ditadura. Seu Artur ainda ta ai vivo e os seus dedos longos não me deixam mentir.

1985. Setembro. Ainda não era primavera. Jerônimo filho de Artur secretario de obras,  o grande festeiro da cidade e postulante ao cargo de Deputado estadual queria impressionar e me autorizou a contratar um grande show para a festa da semana da padroeira. Neste ano arrebentamos com shows de Alípio Martins cantor brega falecido que vendeu milhões de discos nos anos 80, Virgilio até então a maior expressão desta musica da Bahia que se toca em trio ate hoje e pra fechar a semana no domingo Luis Caldas que já começa ensaiar o estouro em todo Brasil com a Nega do cabelo Duro. Cinco da tarde e a praça Filomeno Hora estava lotada para ver o inventor do fricote. Os shows nos anos oitenta eram quase que feito de improviso em palco som e luz. Pois muita coisa só tinha em Salvador e custava caro trazer toda a parafernália de lá. Tinha que improvisar aqui mesmo. O palco foi totalmente de madeira desenhado por mim e por outros curiosos e executado por Fernando Reis irmão de Jerônimo e dono de uma das grandes madeireiras de Lagarto. Palco resolvido. Som? Luis Caldas trouxe uma parte com um negão gente fina que tinha o simpático nome artístico de Dragão. Dragão era simpático e coisa e tal, mas tinha chegado com os amplificadores (forças) queimadas. Chama Ercílio do Trio Radiofon! Salvou a pátria  o som foi ligado e show pode começar. O show de Luis Caldas era com a galera da banda Acordes Verdes com muita gente boa e um deles era o hoje internacional Carlinhos Brow. O primeiro show da banda fora da Bahia foi em Lagarto e depois estourou no Brasil.

O show seguia e Luis tentando ensinar a galera da Praça Filomeno Hora a dançar o fricote. Luis Caldas chamou Brown para lançar a dança do Tititi. “Vamo mlá todo”, cantava Luis enquanto ensinava a corepografia. Ajaiô, ajaiô. Axé babá, axé babá! De repente corre-corre e gritaria. A banda para e corre também. Meu compadre Aderaldo Prata ficou quase que pendurado sobre um PA de som que despencou pela metade. Um fuzuê dos cabruncos na praça. Douglas Magalhães que segurava o microfone da rádio na frente das caixas saiu em disparada. O que foi? Passado alguns minutos veio a noticia que tinha sido um boi brabo que invadiu a área do show. Um boi brabo em uma praça do centro de Lagarto em um domingo de tarde quando acontecia um show de Luis Caldas. Como pode? Em Lagarto pode! Ou pelo menos pôde!

Depois de muita calma nesta hora e socorro aos feridos a festa continuou. Vou ao microfone e tento explicar o que aconteceu ao público que lotava a praça. Muita gente ainda não sabia que a confusão tinha sido por causa de um boi. Luis Caldas voltou assustado e arrebentou botando todo mundo pra dançar na sua primeira festa de axé fora do território baiano. Depois ganhou o Brasil e axé é isso que você ta ouvindo aí até hoje. Quanto ao boi brabo virou churrasco e até hoje dizem que quem mandou o boi para o show de Luis Caldas foi o foi o Cabo Zé. Já o Cabo diz que isso é conversa de Saramadaia. Todo isso estava sendo transmitindo ao vivo pela Radio Progresso de Lagarto. Eu tava lá, vi e e derreto agora em Xocolate Quente.contei!..




Cabo Zé  envió un la vaca loca en el concerto de Luis Caldas em la plaza da cidad Lagarto Dicen.
Esta historia y el axé bahiano cabruncos mezcla Lagartense. Caía la tarde en un día - probablemente un domingo - la semana que conmemora la santa patrona de S NS da Piedade mi segunda patria Lagarto, ciudad envuelta la bestia que se encuentra a unos 100 km de Aracaju. Llegué a estas piezas justo en el momento de fiesta.Lagarto en septiembre es el mes de Vaquejada, Exposición y Procesión. Y, por supuesto, año tras año, que la elección hasta mediados de los años 80 se jugó en el golpe, el machete e incluso protagonizó en la bala por dos animadoras y pidió Saramamdaia Bole - Bole, una referencia nostálgica a la serie que representa el mundial la gente de la ciudad y Sucupira administración Odorico Paraguaçu. Yo chico lleno de nuevas ideas y ejes fue acusado de organizar grandes fiestas de la ciudad. Fiesta de la Municipalidad. El alcalde Arturo Reyes fue la política de Lagartense representante. Y aquí el término agente debe ser escrito con las uñas y las uñas en su política más difícil la aplicación práctica a través de los coroneles de la dictadura de la modernidad tardía. Su ai ta Artur sigue vivo y sus largos dedos no me dejan mentir.
1985. De septiembre. Todavía no era primavera. hijo de Jerónimo de la secretaria de Arthur de obras, la gran ciudad de fiesta y un postulante para el puesto de Estado adjunto quería impresionar y me autorizó para contratar a un gran espectáculo para la fiesta de la patrona de la semana. Este año con conciertos de Alipio Martins cursi fallecido cantante que vendió millones de discos en 80 años, hasta ahora Virgilio la máxima expresión de esta música de Bahía trío que toca hasta ahora y para cerrar la semana el domingo que Luis Caldas ya ha comenzado a ensayar explosión en todo el Brasil con el pelo negó Duro. Cinco de la tarde y el lugar estaba lleno tiempo para ver el inventor del volante. La muestra en los años ochenta se realizaron casi improvisada en el escenario de luz y sonido.Bueno acaba de tener mucho en El Salvador y el alto costo de traer toda la parafernalia allí. Tuve que improvisar aquí. El escenario de madera fue diseñada totalmente por mí y otro propietario curiosos y dirigido por el hermano Jerónimo Fernando Reis y de uno de los grandes de madera de Lagarto. Etapa resuelto. De sonido? Luis Caldas trajo algunas personas con un hombre delgado negro que tenía un buen nombre artístico de Dragón. Dragon era agradable y esas cosas, pero había llegado con los amplificadores (fortalezas) quemado. Trio Llama Radiofonia Ercilio!Salvó 'la patria' de sonido se enciende y muestra puede comenzar. El show de Luis Caldas fue con los chicos de la banda acordes verdes con muchas buenas y era uno de ellos el ahora internacional Carlinhos Brown ou - Carlito Marron com se abla em Madri - fuera de la banda primer concierto de Bahía fue lagarto y luego estalló en Brasil.
El show continuó y Luis tratando de enseñar a los chicos de Times Square Filomeno a bailar el volante. Luis Caldas llamado Brown para lanzar el baile tititi. "Que todos mla", cantó mientras que Luis enseñó corepografia. Ajai, Ajai. niñera Axe, axé niñera! De repente, corriendo y gritando. La banda y corre bien. Mi compadre Plata Aderaldo casi colgando sobre un sonido PA, que cayó a la mitad. Cabruncos de cierta conmoción en la plaza. Douglas Magallanes sosteniendo el micrófono delante de la radio cajas aceleró. ¿Qué? Después de unos minutos llegó la noticia de que había sido un toro furioso que invadieron la zona de la feria. Un toro furioso en un centro de Lagarto plaza en una tarde de domingo, cuando hubo un show de Luis Caldas. ¿Cómo? En lagarto puede! O por lo menos que puede!
Después de mucha calma en esta hora y el alivio a la parte lesionada continuó. Voy al micrófono y tratar de explicar lo que pasó con el público que llenó la plaza. Mucha gente todavía no sabía que la confusión se debió a un buey. Luis Caldas miedo y se rompió otra vez poniendo a todos a bailar en su partido inicial fuera de Axé Bahía.Después de Brasil ganó el hacha y esto es lo que se oye aquí ta hoy. En cuanto al toro se convirtió hoy enojado y barbacoa decir que envió el toro para el espectáculo fue Luis Caldas fue Cabo Zé. Ya el cable dice que es una conversación Saramadaia.Todo esto estaba siendo transmitido en vivo en Radio Progreso Lagarto. Yo estuve allí, vi e derretimiento Xocolater Quente.contei ahora! ..

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

* Prefiro o Deus do Velho Testamento ** Yo prefiero el Dios del Antiguo Testamento




* É irônico. O Antigo Testamento apresenta um Deus irado, colérico, mas as pessoas ficavam incomodadas com o conceito e precisavam de um best-seller. Então apresentaram o Novo Testamento e de repente Deus fica amoroso e indulgente. 


Com o Novo Testamento, o filho do todo poderoso e seus seguidores passam para os 'neos cristãos' que o perdão e o arrependimento são  os melhores caminhos para se chagar a vida eterna com a conta dos pecados pagas e com bônus para sentar ao lado do grande Pai. Em muitos casos ‘perdão’ e ‘arrependimento’ por aqui podem verdadeiramente ser adjetivos para a impunidade e outros pecados futuros; por atos bárbaros e cruéis que são aparentemente zerados por esse Deus do novo livro. Sou mais de atitudes majestosamente divina como punir Sodoma e Gomôrra com a fúria do fogo queimando todos os pecadores que exalavam impurezas por todos os poros daquela comunidade reconhecidamente no céu e na terra como ímpia. Porque perdão para aquele que não quer ser perdoado ou se finge de cordeiro¿ Sou mais o Deus que de forma sádica testou a fidelidade de Abrahão, pedindo seu filho em sacrifício. SE há suspeita, você tem que provar que ta limpo. Ser fiel da boca pra fora hoje é muito fácil. Agora me digam qual desses pastores do radio e da televisão passaria no teste de Abrahão¿ Qual desses ’tocados’ pelo Espírito Santo daria seu filho em sacrifício, ao pedido daquele Deus do Velho Livro¿ O Deus pai de tudo e de todos não tinha a paciência de Jó e nem a benevolência de Moisés. Os filhos do verdadeiro Deus não pisavam na bola doutrinária, pois sabiam que a punição divina era certa. Nada de perdão sem pagar pena. 

Este é o pecado do Novo Livro escrito pelos santos seguidores do Filho de Deus. Um Livro que fala de um Apocalipse que demora tanto quanto a Justiça dos homens na terra. Enquanto isso o couro come solto e os pecadores circulam livremente neste planeta aguardando a salvação celestial garantida pela impunidade das leis fracas do Novo Testamento. Editado a partir da vinda do Messias á Terra que foi morto e crucificado para pagar - pasmem! - pelos nossos pecados. É ou não irônico¿ 
Precisamos de uma reforma nas leis Divinas, já! Ou pelo menos um plebiscito universal para saber quais leis aplicar aos pecadores que infestam o mundo, na condição de ainda serem perdoados na hora de juízo final que nunca chega. Impunidade ou castigo¿ Quais leis¿ As do severo e Velho Testamento ou continuar sendo brando e amoroso como ditam as leis escritas pelos apóstolos do salvador, no politicamente correto Novo Testamento. Apóstolos? 

Eu sou mais tradicionalista. Prefiro a escola do Velho Testamento. Para poder amar um Deus que não se importa de aplicar uma 'vigancinha' como castigo quando há necessidade. Tipo assim... Dente por dente e olho por olho.

Toni Xocolate


Yo prefiero el Dios del Antiguo Testamento



** Es irónico. El Antiguo Testamento da un Dios enojado, enojado, pero la gente no se sentían cómodos con el concepto y necesitaba un éxito de ventas. Así que fueron los del Nuevo Testamento y de repente Dios es amor y perdón.
Con el Nuevo Testamento, el hijo del Todopoderoso y sus seguidores ir a la 'neos cristiana "el perdón y el arrepentimiento son las mejores maneras de Chagar la vida eterna con la cuenta de los pecados y las primas pagadas a sentarse junto a la granEn Padre 'perdón' muchos casos y "lamenta" aquí puede ser realmente adjetivos a la impunidad y otros pecados futuros, en los actos crueles y bárbaros que aparentemente son aprobados por el Dios del nuevo libro. Yo soy más de las actitudes majestuosamente como divina castigar a Sodoma y Gomorra con el voraz incendio quema de todos los pecadores que brotaba de todos los poros de impurezas que la comunidad conocida en el cielo y en la tierra como malos. Por el perdón a los que no se le perdonará ni pretende ser el cordero ¿estoy más en un Dios sádico que probaron la lealtad de Abraham, pidiendo a su hijo para el sacrificio. Si se sospecha, tiene que probar que ta limpio. Ser fieles hoy labios es muy fácil. Ahora dime cuál de estos pastores de la radio y la televisión pasaría la prueba de Abraham ¿Cuál de estas "tocado" por el Espíritu Santo le daría a su hijo como un sacrificio a petición del Dios de la ¿Libro Viejo El padre Dios de todo y de todos no tenía la paciencia de Job, ni la benevolencia de Moisés. Los hijos del Dios verdadero no pisó la pelota doctrinales, sabiendo que el castigo divino era cierto. No hay perdón sin pagar penalización.
Este es el pecado del nuevo libro escrito por los seguidores del santo Hijo de Dios.Un libro que habla de un Apocalipsis que lleva tanto como la justicia de los hombres en la tierra. Mientras tanto, la piel se afloje y se mueven libremente los pecadores en este planeta la espera de la salvación celestial impunidad garantizada por las leyes de la debilidad del Nuevo Testamento. Editado desde la venida del Mesías a la tierra que estaba muerto y crucificado para pagar por - ¡oh! - Por nuestros pecados. ¿No es irónico ¿Necesitamos una reforma en las leyes divinas, ya! O por lo menos un plebiscito universal para determinar qué leyes se aplican a los pecadores que asolan al mundo, hasta el momento para ser perdonados en el momento de la fatalidad que nunca llega. Impunidad o Penas ¿Cuáles son las leyes del Antiguo Testamento y severa o permanecer suave y cariñoso como dictan las leyes escritas por los apóstoles del Salvador, la políticamente correcta del Nuevo Testamento. Apóstoles?
Yo soy más tradicionalista. Yo prefiero la escuela del Antiguo Testamento. Para el amor de un Dios que no le importa a aplicar un 'vigancinha' como castigo cuando surja la necesidad. Al igual que este ... Diente por diente y ojo por ojo.
Toni Xocolate